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Erros que devem ser evitados ao escolher o tamanho da prótese de silicone

A escolha do tamanho da prótese de silicone é uma das etapas mais decisivas da mamoplastia de aumento. Mais do que definir o volume dos seios, essa decisão influencia diretamente o resultado estético, o conforto físico, a durabilidade do resultado e a satisfação da paciente ao longo dos anos.

Muitos arrependimentos no pós-operatório estão relacionados não à cirurgia em si, mas a erros cometidos na escolha do tamanho da prótese. Entender quais são esses equívocos é fundamental para uma decisão consciente e segura.

Erro 1: escolher o tamanho apenas pela aparência estética

Um dos erros mais comuns é basear a escolha exclusivamente em fotos de referência, tendências de redes sociais ou resultados vistos em outras pessoas.

Cada corpo possui características próprias. O que funciona bem em uma paciente pode gerar desconforto, desproporção ou insatisfação em outra. A largura do tórax, a elasticidade da pele e a quantidade de tecido mamário influenciam diretamente no resultado final.

Erro 2: ignorar o próprio biotipo

O biotipo da paciente é um fator determinante. Próteses muito grandes em tórax estreito podem gerar um aspecto artificial, maior risco de complicações e sobrecarga dos tecidos.

O cirurgião avalia:

  • Largura do tórax
  • Espessura do tecido mamário
  • Qualidade e elasticidade da pele

Ignorar esses aspectos pode comprometer tanto a estética quanto a saúde.

Erro 3: acreditar que “quanto maior, melhor”

O volume da prótese é medido em mililitros (ml), mas números isolados não definem beleza ou sucesso cirúrgico. Implantes muito grandes podem causar:

  • Dor nas costas e nos ombros
  • Desconforto ao longo do dia
  • Maior risco de flacidez precoce
  • Dificuldade para atividades físicas

Um resultado bonito é aquele que respeita a harmonia corporal e não apenas o volume.

Erro 4: não considerar o estilo de vida

Mulheres que praticam atividades físicas intensas, como musculação, corrida ou esportes de impacto, precisam considerar como o tamanho da prótese pode interferir no conforto e na mobilidade.

Erro 5: confiar apenas na “prova do sutiã”

A prova com sutiãs ou simuladores ajuda na visualização, mas não deve ser o único critério de decisão. No pós-operatório imediato, o inchaço faz com que o volume aparente seja maior do que o resultado final.

A acomodação da prótese ocorre gradualmente, podendo levar de 2 a 6 meses. Avaliar o tamanho pensando apenas no efeito imediato pode gerar expectativas irreais.

Erro 6: desconsiderar os limites do próprio corpo

Cada corpo possui limites anatômicos. Forçar um volume acima do que os tecidos suportam aumenta o risco de complicações como:

  • Distensão excessiva da pele
  • Dor persistente
  • Alterações na cicatrização
  • Resultados artificiais

Respeitar esses limites é essencial para um resultado duradouro e seguro.

Erro 7: não alinhar expectativas com o cirurgião

A decisão deve ser compartilhada. A paciente participa ativamente do processo, mas a orientação técnica do cirurgião é fundamental para alinhar desejo e viabilidade.

 

Não existe um “tamanho ideal” universal. O melhor volume é aquele que:

  • Respeita o biotipo da paciente
  • Atende às expectativas de forma realista
  • Mantém conforto físico
  • Preserva a harmonia corporal

A escolha consciente reduz riscos, aumenta a satisfação e contribui para um resultado natural ao longo dos anos.

 

 

Dra. Lorena Duarte Rosique

Cirurgiã Plástica

CRM-GO 15293 / RQE 13.144

-Pós-Graduação em Medicina Estética

-Pós-Graduação em Terapia Intensiva Adulto

Acesse o site: https://dralorenarosique.com.br

Clínica Vandi 

Endereço: Rua 144, N°186, Clínica Vandi, Setor Marista, Goiânia; Go.

Telefone: (62) 3636-6069

WhatsApp: (62) 99697-9406

Procedimentos:

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-Lipo

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Dra. Lorena Rosique

Dra. Lorena Rosique é Médica, Cirurgiã Geral e Cirurgiã Plástica em Goiânia. Formou-se em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2010, Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Durante sua formação, participou de diversos cursos de extensão universitária no Brasil, Estados Unidos e Israel, que proporcionaram maior vivência e experiência em Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva.

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