Abdominoplastia GoiâniaCirurgia Plástica em GoiâniaCirurgiã Plástica em GoiâniaCirurgião Plástico em GoiâniaDestaqueDra Lorena Rosique GoiâniaImprensaLifting de Sobrancelhas GoiâniaLifting facial GoiâniaLipo GoiâniaLipo HD GoiâniaLipoaspiração GoiâniaLipoenxertia de Glúteos GoiâniaMastopexia GoiâniaMiniabdominoplastia GoiâniaNotíciasPrótese de Glúteos GoiâniaPrótese de silicone Goiânia

Silicone por cima ou por baixo do músculo: o que muda?

A escolha da posição da prótese de silicone é uma das decisões mais importantes da mamoplastia de aumento. Embora muitas pacientes estejam focadas apenas no tamanho do implante, o plano onde a prótese será posicionada influencia diretamente a aparência das mamas, a naturalidade do resultado, a recuperação e até alguns riscos relacionados à cirurgia.

Não existe uma técnica que seja melhor para todas as mulheres. A indicação depende de fatores como espessura da pele, quantidade de tecido mamário, formato do tórax, estilo de vida e expectativa estética.

Por isso, a definição deve ser feita durante a avaliação com o cirurgião plástico.

O que significa colocar a prótese por cima ou por baixo do músculo?

A diferença está na localização do implante em relação ao músculo peitoral.

Na prática, existem dois planos mais utilizados:

Plano subglandular: a prótese é colocada entre a glândula mamária e o músculo peitoral.

Plano submuscular ou dual plane: a prótese fica parcial ou totalmente coberta pelo músculo peitoral, dependendo da técnica escolhida.

Cada abordagem apresenta vantagens e limitações.

Silicone por cima do músculo (subglandular)

Na técnica subglandular, o implante fica logo abaixo da glândula mamária e acima do músculo peitoral.

Essa posição costuma proporcionar maior projeção do colo e um aspecto mais arredondado das mamas, característica desejada por algumas pacientes.

Ela costuma ser indicada principalmente para mulheres que já possuem uma quantidade adequada de tecido mamário e boa qualidade de pele, capazes de oferecer cobertura suficiente para a prótese.

Vantagens

  • recuperação geralmente mais confortável
  • menor movimentação do implante durante a contração muscular
  • colo mais preenchido
  • procedimento tecnicamente menos invasivo sobre o músculo
  • Possíveis limitações

Em pacientes muito magras ou com pouca cobertura de tecido, aumenta a possibilidade de o implante ficar mais perceptível, podendo ocorrer:

  • ondulações da prótese (rippling)
  • maior palpabilidade do implante
  • aparência menos natural em alguns casos

Além disso, próteses muito volumosas podem exercer maior pressão sobre os tecidos ao longo dos anos, favorecendo flacidez em pacientes predispostas.

Silicone por baixo do músculo (submuscular ou dual plane)

Na técnica submuscular, parte ou toda a prótese permanece coberta pelo músculo peitoral.

Atualmente, uma das abordagens mais utilizadas é o dual plane, que combina cobertura muscular na parte superior da prótese com acomodação mais livre na porção inferior, buscando unir naturalidade e bom contorno mamário.

Esse plano costuma oferecer uma transição mais suave entre o tórax e a mama, especialmente em mulheres com pouco tecido mamário.

Vantagens

  • resultado mais natural em pacientes magras
  • menor risco de ondulações visíveis
  • melhor cobertura da prótese
  • menor palpabilidade do implante
  • Possíveis limitações

 

Como envolve manipulação do músculo peitoral, é comum que:

  • o pós-operatório seja um pouco mais desconfortável nos primeiros dias
  • a recuperação inicial seja ligeiramente mais lenta
  • exista movimentação discreta da prótese durante forte contração do músculo em algumas pacientes

Existe risco de “dupla bolha”?

A chamada deformidade em dupla bolha é uma alteração do contorno mamário que pode ocorrer em situações específicas.

Ela pode surgir quando existe diferença entre o posicionamento da prótese e o sulco natural da mama ou quando ocorre queda da glândula mamária enquanto o implante permanece estável. Esse risco depende de fatores anatômicos, técnica cirúrgica e evolução dos tecidos ao longo do tempo.

Embora seja uma complicação conhecida, não é frequente quando há bom planejamento cirúrgico e indicação adequada do plano da prótese.

Não existe técnica melhor. A escolha depende da combinação de diversos fatores, como:

  • espessura da pele
  • quantidade de tecido mamário
  • formato do tórax
  • grau de flacidez
  • tamanho do implante escolhido
  • expectativa estética da paciente
  • prática de atividades físicas

Cada caso exige uma avaliação individual para que o resultado seja seguro, proporcional e compatível com a anatomia da paciente.

 

 

 

Dra. Lorena Duarte Rosique

Cirurgiã Plástica

CRM-GO 15293 / RQE 13.144

-Pós-Graduação em Medicina Estética

-Pós-Graduação em Terapia Intensiva Adulto

Acesse o site: https://dralorenarosique.com.br

Clínica Vandi 

Endereço: Rua 144, N°186, Clínica Vandi, Setor Marista, Goiânia; Go.

Telefone: (62) 3636-6069

WhatsApp: (62) 99697-9406

Procedimentos:

-Abdominoplastia

-Miniabdominoplastia

-Lipo

-Mamoplastia

-Prótese de silicone

-Prótese de Glúteos

-Lifting facial

-Blefaroplastia

-Rinoplastia

-Transplante capilar

Avaliar post

Dra. Lorena Rosique

Dra. Lorena Rosique é Médica, Cirurgiã Geral e Cirurgiã Plástica em Goiânia. Formou-se em Medicina pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2010, Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Durante sua formação, participou de diversos cursos de extensão universitária no Brasil, Estados Unidos e Israel, que proporcionaram maior vivência e experiência em Cirurgia Plástica Estética e Reconstrutiva.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo
error: Content is protected !!
3636-6069